08 agosto, 2005

Suspicious...

Acordei meio tarde já com aquela sensação inútil de ser... Odeio acordar tarde. Enfim, passei dia no edredon.
Lá pelas 19H fui ao supermercado. Estava fazendo as comprinhas, cantarolando, quando vejo uma moça e dois rapazes com um comportamento suspeito. Os caras não pareciam ser de conduta ilibada, e a moçoila parecia uma pessoa sem banho. Bom, todos pareciam estar sem banho, com cara de tô dominando, ambos com correntes penduradas no pescoço com um mix de mau gosto e colerinha de sujeira.
O que me levou a os ficar seguindo no local (discretamente, é claro) foi que os três pararam na seção das verduras e estavam escolhendo uma alface híbrida (???). O que pessoas assim iriam ficar escolhendo alface cultivada que custa, no mínimo, umas 8 vezes a mais que a comum? E ainda estavam na dúvida, observando qual das marcas de alface híbrida iriam levar. Se uma custa uns R$ 3,20, a outra deve custar R$ 3,32... anyway
Mais adiante eles se separaram e a moça parou num refrigerador de refrigerantes. Eu tava de olho, vi direitinho o que ela fez: primeiro pegou uma Coca e sentiu que não estava gelada, desistiu e pegou um guaraná. Nesse exame de toque ela ficava observando, sutilmente, o valor do bacalhau, salmão e outras coisas do mar, durante uns 2 minutos. E porque ela queria um refrigerante gelado? Para consumo imediato, é claro.
O grande problema é: os seguranças do local devem ter ficado só de olho para ver se não furtariam algo, mas eu não. Não, mesmo. No mínimo eles devem ter seqüestrado alguém muito rico e foram abastecer o cativeiro com coisas que o sequestrado está acostumado.
Eu juro que, se eu tivesse a minha carteira, tivesse carro e estivesse de carro, iria ver onde é. Eles eram suspeitos, mesmo... O pior é que alguém pode estar nas mãos dessas pessoas perigosas e eu não fiz nada.

04 agosto, 2005

... ODEM

Para os que não entenderam: isso é uma seqüência do filme A queda e a destruição de uma vida- como tudo termina...


1º ato: serena, confiante e avoada


Lomba íngreme, pânico e superestreitamento


Super 1ª engatada


Desvio acentuado, lapso de memória levando ao esquecimento do que chamamos de freio


Humilhada, arrastada e culpada



A Conseqüência


Enfim, ao encontrar uma nova oportunidade de trabalho, começando do zero...



Presságios malignos

29 julho, 2005

Adivinha quem é?

A pessoa é um pouco tímida pois não assume que curte um frevo, tem medo que peçam para ela dar uma demonstração.

27 julho, 2005

26 julho, 2005

O Marco e o Michael

Marco mtu feliz, parecia dançar...

Mostrando pq tava animado

Foquita e Denis (seus dogs)

Irritante

Fotos com Mili, trak da peste, bichin...
É porreta purque traiz castanhas equilibradas nu côco pra eu, lá du norti
SH

Não falarei mais nada até as resoluções se resolverem bem resolvidinhas.
:***

23 julho, 2005

Flashes da nite... hahahaha

Ontem, lá no Taco


Tadeu, Ju e Bruninho!


Gerê pensando no cubano que iria comprar



Marcelo e Chiquinha, pensando no Fuquinha Preto liiiiiiindo... Hahahaha


Geremias e as mulheres


Café da manhã no Nacional 24H

Fotos by

mCyBeR

19 julho, 2005

Pediu diária e desistiu



“Episódio I - Pediu diária e desistiu”
Desventuras de um paulistano em Porto Alegre

Caros leitores do blogue da víbora Kaká, peço-lhes licença para lhes contar um episódio do qual fui protagonista, mas Kaká foi a arquiteta. Cheguei de São Paulo a Porto Alegre na última sexta, dia 15 de julho de 2005, temendo o frio, que, felizmente, só chegaria dois dias mais tarde. Perguntara a Kaká há muito tempo um hotel em que poderia ficar durante a minha estada, e ela me recomendara um hotel que havia na sua própria rua. Do aeroporto, liguei para Kaká, que ficou de me esperar em frente ao seu apartamento, junto com nossa outra amiga Milinha, de onde iríamos ao hotel. Ao passar de táxi pelo hotel em direção ao seu prédio, a luz vermelha do hotel já me chamou a atenção, gritando rubramente “Hotel Madrid”. Após os devidos cumprimentos, Kaká, Milinha e eu fomos ao dito hotel. Ao entrar no hotel, minhas suspeitas foram aumentando e tive a certeza de que aquilo não era exatamente um hotel, quando a recepcionista me perguntou, olhando para mim e para minhas duas amigas: “Quantas horas vocês vão ficar?”. Tive, então, a certeza. Pasmo, mal podia acreditar que Kaká havia me recomendado um motel... Enfim, como ele havia me sido recomendado por ela e como não tinha um outro lugar a ficar, resignei-me e disse: “Não, moça, só quero dormir! O quarto é só para mim!”.
Desconfiada, a recepcionista me cobrou a diária adiantada. Kaká e Milinha me acompanharam ao quarto 205, que estava longe de arrancar suspiros. Uma luz fraca para criar o clima; sedutores e completamente imundos carpetes vermelhos; espelhos, ainda que quebrados, nas paredes para permitir observações de todos os ângulos; camisinhas de péssima qualidade no criado-mudo ao lado da cama; um televisor voltado para o teto a que mal podia assistir-se; e um banheiro que não deixava nada a desejar àqueles das rodoviárias... O que eu senti no momento pode ser resumido em uma palavra: MEDO!!! Queria ficar o menos possível ali, mas Kaká e Milinha precisavam tomar banho antes de irmos ao Bar do Beto e seria necessário esperar pelo menos uma hora naquele quarto.
Finalmente, dada a hora de nos encontrarmos, dirigi-me ao apartamento de Kaká, de onde fomos ao Bar do Beto. Outros dois amigos chegaram, Tadeu e Geremias. Esperamos uma hora por uma mesa. Em vão. Fomos a um outro local, o Walter. Lotado. Decidimos ir ao Boulevard da Vasco, quando, no carro, resolvi comentar sobre o ‘hotel’. Kaká me perguntou: “Mas você não havia me dito que não haveria problemas em ficar em um hotel simples?”, ao que respondi: “Sim, em um hotel, não; em um motel, porém, já é demais...”. Espantada, Kaká exclama: “Como um motel?!”. “Sim, Kaká, você me colocou em um motel! Não é possível que não tenha percebido”, eu disse.
Só a partir desse momento é que ela percebeu que o respeitável Hotel Madrid era, na verdade, um motel. Ao chegarmos ao Boulevard da Vasco, finalmente, conseguimos uma mesa. Durante a janta, decidimos que eu sairia de lá e iríamos a um hotel de verdade. Depois de eu ter conhecido pessoalmente minha outra amiga Nina, de termos jantado e conversado, resolvemos ir ao malfadado Oito e Meio, já sem a Nina e o Geremias. Felizmente, o bar estava lotado e não pudemos entrar. Dirigimo-nos, então, ao HMotel Madrid. Quando nós quatro – eu, Tadeu, Kaká e Milinha – estávamos adentrando o estabelecimento, um grupo de desconhecidos caminhava pela calçada e, ao nos ver, todos começaram a dar risadas, já imaginando uma selvagem orgia. Expliquei a recepcionista que iria sair do hotel, peguei minhas coisas e fugi o mais rápido que pude. Eles me levaram a um outro hotel, que, apesar de simples, era infinitamente mais agradável, onde fiquei pelos próximos três dias.
As desventuras, contudo, não haviam acabado...

Marco, julho de 2005.
[ Versão da Kaká --> Contribuidora oficial para o desenrolar das desventuras ]
Queria dar a minha versão para esse história toda, pois realmente sou INOCENTEEEE
Eu ainda acho que luz vermelha é folclore... Se a luz do Hotel fosse azul ninguém ia dizer nada...
Foto no... Ah, vcs já sabem onde foi...
Faltou a aparição fotográfica do Tadeu e da Tahiane.

14 julho, 2005

Addicted

O cúmulo do vício da vida moderna é ficar irritada pelo fato de a página do Orkut não abrir.
Falando em vícios, vou fazer uma lista dos meus. Mas hoje não, tô uma pilha... Espero que haja novas resoluções. Por enquanto é isso, depois falarei... (hahahahahahaha- como se houvesse milhões de leitores interessados, todos ficarão ansiosos para saber do que se trata)
Fh

03 julho, 2005

Louca

Tô rouca, quase sem voz. Gosto de me ouvir rouca. Fico menos estridente e as pessoas não me reconhecem quando eu ligo.
Tô sem palavras tb. Bah, eu tava quase f..., mas consegui reverter o quadro acadêmico muito bem. E foi merecido pq corri feito uma louca.
fuiiiiiiiiii

12 junho, 2005

Ô vidinha boa

Assisti ao filme "Ônibus 174" ano passado. Ver documentários desse estilo ou qualquer outra coisa do tipo, mostra para uma grande maioria uma realidade desconhecida. Esse negócio do porquê da violência, tem duas causas. Uma é a genética e a outra a do ônibus: a desigualdade. Já me xingaram por dizer isso, pois uma grande maioria acha que o tal vagabundo do filme tinha mesmo é que morrer.
Como boa egoísta, tenho prioridades que não as de cunho coletivo, como a grande maioria de nós. São muitos compromissos, festinhas, MSN (tem que ter tempo), cartões de crédito, dívidas originadas de compras fúteis, Orkut, Skype e ainda arranjar tempo pro trabalho e faculdade. Eu tenho vergonha das futilidades da vidinha que eu levo, e que fique claro que sou uma proletária que, além de revoltada, está endividada no nível roxo da coisa (já passou do vermelho há tempos).
Eu não tenho noção (ou ando tentando encontrar) de como algumas pessoas sofrem, por culpa nossa... Eu tô parecendo a Madre Teresa, mas não me chame de comunista, odeio esses rótulos.
Falando em comunista, eu adotei uma posição muito boa nas últimas eleições. Calma, isso tem a ver com o que tô falando. Ironicamente, as pessoas com quem conversei (e não foram políticos) que possuíam uma posição muito mais esclarecida e engajada do seu papel na sociedade, eram as do partido da estrelinha. Sim, é coerente votar no eleitor, e foi isso que fiz. Eu tenho a esperança que nos demos conta de quem realmente deve agir.
Dá pra ver que as minhas idéias são desordenadas, falo de uma coisa e depois outra porque isso realmente me angustia. Se eu começar a me entusiasmar, pode ser que, em um desses meus ataques, eu largue tudo aqui e vá pra África trabalhar de graça... Enquanto isso não nos afeta, beleza. Até alguém levar um tiro na cara. E também, esse é um assunto manjadinho, e é bem cool ficar discursando!
Bom, agora vou dormir com meus pezinhos bem tapados e reclamar da vida amanhã.
Hahaha
Eu ando reclamando muito, mas mesmo assim tá tudo bem! Eu reclamo e depois me entusiasmo, altos e baixos, tudo de uma vez.

11 junho, 2005

Não procura no Google, chuta...

( ) Cabeleileiro
( ) Cabeleireiro
( ) Cabelereiro
( ) Cabeileireiro

08 junho, 2005

Quarta:

Weird



Gostosa




Irônica




Viciante
Tonight I'm tangled in my blanket of clouds
Dreaming aloud
Things just won't do without you, matter of fact
I'm on your back
I'm on your back
Ohh ohh ohhhhh


- Foo fighters
Walking after you

07 junho, 2005

Um inverninho,

por gentileza...

02 junho, 2005

First Classsss

Tudo bem que meu casting de amigas é florido, mas para perguntarem se foi de minha autoria... alowwwww hahaha
Palavras sábias dos últimos dias, o que eu escuto por aí... (autores anônimos)
"Sabe o qui qui é? Eu sou qui nem o Chaves: enrolo, enrolo mas o que quero dizer é simples"
"Hummm, tu quer comer um salgadinho??" (prontamente a pessoa estica o braço e oferece um sachet de sal)
"Tu viu ontem no ratinho?? A criança-sereia" (???)
"Sai desse corpo que não te pertence". A pessoa faz menção de puxar os cabelos da outra e, em seguida afirma: "Se doer é sem-vergonhice"
Eu JURO que na hora tem graça. MUITA.

18 maio, 2005

Instituto Senso Karenínico

Tem coisas que não entendo, não adianta. Todas as pessoas que conheço - com exceção de duas ou três - que estão namorando, casadas ou com família, se deixam afetar pela síndrome do pós-acasalamento. Eu sou ou fui uma presa ideal para essa doença que nos deixa mais tranquilos, quietos, centrados, casados...
A grande diferença entre pegar a doença ou não é que, essas duas ou três pessoas que citei acima, simplesmente não têm o desejo de fundir as suas vidinhas com o outro, não precisam ter um apoio para poder viver em sociedade, serem normais como todos... Como elas fazem? E isso é complicado, porque então, acaba-se indo contra a vontade do coração que é a de unir o sentimento, sabe? Unir tudo... Deus, como complicam... Eu me sinto, às vezes, como uma pessoa que não conhece o grande segredo, o jeitinho, a grande resposta mágica para a satisfação e aquietação. Mas, para os que pensam que conhecem esse resposta: não se vangloriem, não é tão simples... hahahaha. A gente sempre pensa que sabe.
Isso aqui tá uma sopa. Antes que algumas pessoas possam pensar (3 "pês") que sou uma alienada, intolerante e que não sabe de nada, eu deveria ser mais específica. Mas não serei. Vcs me conhecem e sabem que tento pôr em prática todas essas coisas que sou contra, até porque tudo o que escrevo nesse blog, ainda mais as questões de cunho mi corazón, invariavelmente, tem a ver com a minha pessoa. Tá, tudo não porque a tendência é exagerar um pouco, e uma pessoa de vendas não exagera, só salienta as vantagens.
Eu não quero ser tranqüila (trema é chique). Eu não cheguei nem no ponto que queria, mas whatever...
Só me lembrei disso pq ontem, ao chegar na facul, tive uma conversa de uns 3 minutos com uma pessoa sobre Qual é o segredo da felicidade?. (há ponto aqui?)
Eu pensei eu estivesse ficando louca. Descobri que estou ficando mais louca, pois o segredo da minha felicidade no momento é MOTIVAÇÃO.
Não é impressão, isso já passou de sopa, tá um puchero já... Eu acho que esse não foi um post muito conciso (Mir), e no momento tô correndo para a aula. Eu o lerei novamente em casa, e coloco os pingos nos jotas se for necessário. O título, tudo a ver...

16 maio, 2005

Setembro

Tem um barulho no meu quarto. Pensei que fosse o peixe, mas toda vez que eu levantava e acendia a luz para poder ver o tal barulho, ele desaparecia. Sim, barulhos podem ser vistos, caso contrário, não existiriam.
Os esquizofrênicos escutam coisas que não existem.
Eu não vejo barulhos que existem.

14 maio, 2005

Psicoses, I

Eu tinha alguns tiques relacionados a números quando criança. Lembro de dois agora, mas com certeza há mais. Uma das diversões era diminuir, a uma unidade, as numerações das casas ou qualquer coisa que fosse numerada na rua.
1175 = 14 = 5
25941 = 21 = 3
672 = 15 = 6
Os números de telefone mais presentes na minha vida infantil eram os da minha avó e da minha tia avó. Sempre que eu pegava uma calculadora colocava o da avó, diminuía o da minha tia, o que dava 35017. Depois clicava 22 vezes no = (resultado) para dar um número que eu curtia muito, parecia uma combinação bem harmônica, que era 48728577. Acho que eu gostava porque terminava com o meu ano de nascimento. Enfim, até hoje faço esse cálculo e nunca falei isso em nenhuma das 34 tentativas de terapia que já fiz hahahaha
2251544 - 2216527 = 35017. Agora 22 vezes no = é igual a 48728577
Podem ver como dá certo zzzzzz
Bom, voltando ao normal, postarei fotos do Marco que está longe, mas só fisicamente. :-) O gordito é quem tá com ele nas fotos, o Denis. Ainda não o conheço, mas sei que em breve ele virá para receber umas cócegas nos xules (xules= parte asperazinha (asperazinha= áspera no diminutivo)) da patinha... que linguajar miguxo hahahaha

Fui podada

Agora não posso mais deixar mensagens em série...

13 maio, 2005

phnslauenndfksla

Ontem vi o Miguel Reale Jr falando sobre a eterna insatisfação. (tá, foi no Jô Soares). Enfim, sem me ater muito aos detalhes, só para concluir: esse é um tema que me incomoda, pois é a mais pura verdade... Viu? Já tô sem saco de escrever.

10 maio, 2005

07 maio, 2005

Tique do dia

1) Me incomoda ver um texto que não esteja justificado;
2) Aquela baba branca, meio em forma de mini-papel. A que dá no canto da boca, que vai sendo sovada enquanto a pessoa fala é a pior. A que dá no meio é ruim, mas me sinto menos mal. Isso é uma coisa que me dá mais nervoso que o tique acima;
3) Comida entre os dentes, principalmente em tons alaranjados;
4) Cravos escurões altamente visíveis. Tira.
5) Isso: comment deleted
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Parece que tem uma lacuna, me dá um mal estar.

03 maio, 2005

Melhor de 5

Ontem, após perder as chaves, assisti a um bom filme para relaxar e esquecer a perda. "O cão branco", recomendo. Cenário dos anos 70, um roteiro interessante. Tô mentindo, era trash. Eu sou um mix de sei lá o que às vezes, pois me acalma ver filmes ou programações que eu sei que quase ninguém olha, pelo menos assim eu penso.
Cena de O cão branco
Conversando com uma amiga, acabei fazendo uma lista de qualidades para os homens. É claro, ela pode mudar na medida em que o meu teor do contra vá mudando. Não há percentuais para cada quesito mas considero todos muito importantes:
1) Auto-suficiência
2) Bom-humor
3) Discrição (ou seja, que não quebre a nuca ao olhar bundas alheias)
4) Independência (vida própria)
5) Saiba cozinhar
São só cinco. Eu sou, definitivamente, bem modesta.
Eu nem falei que, esses dias vi minha soul mate novamente. É destino mesmo, não é possível. Estava eu no plantão de vendas (no qual fico apenas 1 ou 2 vezes por mês), e lá pelas 9 horas da manhã (o que na av. Ipiranga, especificamente onde se encontra a loja, não há muitos transeuntes dando banda) vejo nada mais nada menos que o bigodudo passando lentamente quase do meu ladinho. E isso que não fico sem fazer nada. Apenas virei e lá estava ele. Eu juro que um dia ataco ele e direi: Te conheeeeeeeço...
Só um adendo: ele não parece ter nenhum dos quesitos mencionados acima, portanto, ele não tem chance. Eu sei que há algo, mas nada atratível, casável ou, muito menos, futurístico por trás disso tudo. Vai ver ele é o meu anjo da guarda...

02 maio, 2005

Chave de ouro

Depois de passar o dia inteiro com sono, a melhor coisa que poderia acontecer, aconteceu... Perdi minha chave, não tenho noção onde e amanhã terei que mandar um chaveiro no meu trabalho, às 8 da matina, para arrombar a porta do meu armário. Com sorte, começo a trabalhar lá pelas 10, o que vai, no mínimo, atrasar tudo. Detalhe: meu gerente me avisou para fazer uma cópia da chave, no segundo dia de trabalho. Fiz?

01 maio, 2005

SHHHHHH

Fotinhos da festa de ontem que tava muito boa!! Não ficamos até os vômitos, voltamos cedo até, o que foi muito bom, não me estraga o domingo.

Antes da festa, meu sorriso supernatural e ainda por cima vermelho.


Eu e a Cissa


Percebam que os dois estavam olhando para a mesma coisa...